domingo, 24 de novembro de 2013

Vídeo com Audiodescrição

A audiodescrição é o recurso que permite a inclusão de pessoas com deficiência visual em cinema, teatro e programas de televisão. No Brasil, segundo dados do IBGE, existem aproximadamente 16,5 milhões de pessoas com deficiência visual total e parcial, que se encontram excluídas da experiência audiovisual e ciência.

A acessibilidade nos meios de comunicação é um tema que está em pauta no mundo todo. Os esforços neste sentido visam não apenas proporcionar o acesso a produtos culturais a uma parcela da população que se encontra excluída, como também estabelecer um novo patamar de igualdade baseado na valorização da diversidade.


È muito importante termos novas tecnologias assistivas para nos permitir um melhor trabalho em se falando de inclusão. Em sala de aula o professor pode fazer uso dessa técnica visando ultrapassar a barreira do aluno cego. Entre  as tecnologias assistivas, temos a audiodescrição como um meio para a inclusão escolar, pois ele possibilita que o vídeo seja transformado em palavras, onde todas as cenas são descritas nos mínimos detalhes de forma informal, possibilitando ao aluno “enxergar” através das palavras de seu professor.

Fonte:



domingo, 20 de outubro de 2013

BRINCANDO TAMBÉM SE APRENDE

    Jogos, brinquedos e brincadeiras devem fazer parte como recursos pedagógicos no desenvolvimento de todos os alunos principalmente com deficiência intelectual.
       Assim como qualquer criança o educando com DI. também  faz parte do ambiente escolar,cabe a ela favorecer  um ambiente voltado a sua educação visando suas habilidades e não suas dificuldades, lembrando que o aluno DI. não é menos desenvolvida do que os alunos cria “normais”, porém é uma criança que se desenvolve de outra maneira, mais lentamente.
       Segundo PIAGET (1975), através da brincadeira, a criança se apropria de conhecimentos que possibilitarão sua ação sobre o meio em que se encontra. 
    Para VYGOTSKY (1998), as maiores aquisições de uma criança são conseguidas no brinquedo, aquisições que no futuro tornar-se-ão seu nível básico de ação real e moralidade. 
        Tanto Piaget, quanto Vygotsky atribuíram ao brincar da criança um papel decisivo na evolução dos processos de desenvolvimento humano, como maturação e aprendizagem, embora com enfoques diferentes.
       Portanto educar através do lúdico contribui e influencia na formação da criança e do Adolescente com deficiência intelectual, o qual propicia um crescimento sadio, possibilitando sua, concentração, atenção e a elaboração do conhecimento, desenvolvendo ainda, a integração e a inclusão social.


SUGESTÃO DE JOGOS E BRINCADEIRAS


DOMINÓ DE NÚMEROS    


Estimula: 
  • Reconhecimento de numerais, noção de adição e de subtração, desenvolvimento do pensamento. 
Descrição: 
  • 28 cartelinhas de aproximadamente 6x12cm, com dois números em cada uma. Números de 0 a 9 (recortados de folhas de calendário) na quantidade de quatro de cada foram colados nas duas partes dos dominós, seguindo as mesmas características do jogo de dominó. 
Exploração:
  • Jogar como dominó, associando os números iguais. 
  • Mudar a regra do jogo e, ao invés de colocar números iguais, criar outra opção, por exemplo, somando mais dois ao número da cartela, ou subtraindo dois, etc.

HISTÓRIA EM QUADRINHOS 


Estimula: 
  • Pensamento lógico, seqüência lógica, atenção e concentração, estruturação tempo-espacial, discriminação visual e socialização. 
Descrição: 
  • Uma tira de cartolina com 7 cm de largura, riscada no sentido vertical, de 16 em16cm. Figuras selecionadas de revista em quadrinhos são colocadas em seqüência na tira de cartolina, para formar uma história, de acordo com o seguinte critério: uma figura é colada no meio do espaço de 16 cm, entre os dois riscos  verticais, e a figura seguinte é colada sobre o risco.Depois serão cortadas nos lugares onde foram traçados os riscos, separando a figura ao meio e interrompendo a seqüência. 
Exploração: 
  • Montar a seqüência da história juntando as figuras separadas pelo recorte. Narrar à história.

VAI VÉM


Estimula: 
  • Coordenação viso motora e noções de alternância e distância. 
Descrição: 
  • Garrafas plásticas descartáveis, cordão, argolas e durex colorido. Cortar duas garrafas ao meio, juntar as partes cortadas, colar com durex colorido. Passar dois fios (+ 3 m) por dentro das garrafas. Amarrar argolas nas quatro extremidades. 
Exploração: 
  • O vaivém é um jogo de duplas, em que a criança segura às extremidades do cordão e uma delas dá um impulso abrindo os braços, jogando o objeto para o outro.

PASSA BOLINHA 


Estimula: 
  • Motricidade, concentração, atenção, coordenação viso motora. 
Descrição:
  • Três garrafas de plástico transparente; em duas foi retirado o fundo para poderem ser encaixadas umas nas outras. Dentro delas foram colocadas três bolinhas de gude, e no topo das garrafas encaixadas, foi colocado o fundo de uma delas. As garrafas foram fixadas com durex colorido. 
Exploração: 
  • Sacudir as garrafas de modo que as bolinhas passem pelo gargalo e vão para o fundo da última garrafa. Contar quanto tempo leva para conseguir passar as três bolinhas.




Referência:
Mafra, Sônia Regina Corrêa - O Lúdico e o Desenvolvimento da Criança Deficiente Intelectual - 2008












terça-feira, 3 de setembro de 2013

TECNOLOGIA ASSISTIVA


      A tecnologia assistiva é uma área do conhecimento e de atuação que desenvolve serviços, recursos, e estratégias que auxiliam na resolução de dificuldades funcionais das pessoas com deficiência na realização de suas tarefas.
      Ainda de acordo com Rita Bersch, fazer TA na escola é buscar, com criatividade, uma alternativa para que o aluno realize o que deseja ou precisa. É encontrar uma estratégia para que ele possa fazer de outro jeito. É valorizar o seu jeito de fazer e aumentar suas  capacidades de ação e interação a partir de suas habilidades. É conhecer e criar  novas alternativas para a comunicação, escrita, mobilidade, leitura, brincadeiras, arte, utilização de materiais escolares e pedagógicos, exploração e produção de temas através do computador, etc. É envolver o aluno ativamente, desafiando-se a experimentar e conhecer,permitindo que construa individual  e coletivamente novos conhecimentos. É retirar do aluno o papel de expectador e atribuir-lhe a função de ator. (Capitulo III- Tecnologia Assistiva- Ta, Atendimento Educacional Especializado p.31)

    As fotos mostram o aluno trabalhando com um mouse adaptado, onde é possível movimentar o cursor sem o mouse adaptado sair do lugar, pois o mesmo está preso com velcro macho e fêmea que dá perfeita precisão da apreensão do mouse, o aluno pode fazer os movimentos da maneira que melhor lhe convier sem tirar o mouse do lugar, esse aciona através do botão amarelo "cursor" que direciona tanto para a direita quanto para a esquerda, para cima e para baixo, até o aluno chegar no objetivo da atividade e com os botões azuis ao lado seleciona o desenho ou a atividade de seu interesse, ou até mesmo  acerto da atividade proposta, finalizando-a.
    Esse tipo de mouse é muito usado para pessoas portadoras de deficiência física e múltipla.
                   







TECNOLOGIAS ASSISTIVAS

Mouse Especial com Esfera Gigante

Pessoas com: deficiência física, deficiência múltiplas.

Modelo: Big Ball Mouse - (BM-88)

Finalidade:
Substitui ou mouse convencional utilizando esfera de rodagem na parte superior da base que possibilita o movimento do cursor na tela para todas direções, usa tecnologia totalmente optica para o rastreio da bola, e não mais o antigo sistema opta-mecânico, propiciando assim melhor precisão nos movimentos e maior durabilidade do conjunto.

Categoria ISO 9999:2007:
22 36 06 Dispositivos tipo mouse
Este produto está disponível em tamanho único.

Cor
Bege texturizado (Branco Computador)

Material
Caixa plástica, injetada em ABS, sem aresta, sem cantos vivos extremamente robusta

Peso
0,984 Kg

Dimensões
Altura 8,5 x 22 cm diâmetro

Outras Características Importantes

- Interface PS2 ou USB com uso do adaptador já incluso no produto; 
- Pode ser ligado em qualquer computador como um mouse convencional;
- Instalação : Plug and play, ao conectar já esta operando;
- 5 teclas coloridas, em baixo relevo, tipo colméia natural, posicionadas de maneira a evitar acionamentos indevidos, perfazendo as funções de :
- Click - mesma função igual do mouse convencional;
- Trava click - facilita a função de segurar e arrastar ícones com a bola;
- Duplo click - automaticamente, com apenas 1 acionamento;
- Trava scroll - facilita a função de executar rolamentos e navegação com bola;
- Tecla direita - mesma função do mouse convencional.
- 2 (duas) entradas tipo jack P2 mono, para acionadores externos (opcionais) perfazendo as mesmas funções do click e tecla direita;

Empresa/Instituição:
Terra Eletrônica

Fabricante:
Terra Eletrônica

Distribuidor:
Terra Eletrônica

Outra(s) informação(ões) sobre o produto que a empresa/instituição considera importante:

- Esfera Gigante colorida com 70 mm de diâmetro, para maior conforto e precisão nos movimentos;
- Leds indicativos de click, duplo click, trava click, trava scroll;
- Possibilidade de configuração de alguns parâmetros, como a velocidade da bola, visando adequar o movimento do cursor na tela, com as possibilidades motoras do usuário;
- Base anti - derrapante, propiciando, excelente estabilidade do mouse;
-Tipo "Tipo Tracking Balls"

A empresa/instituição fornece assistência técnica para eventuais adaptações dos produtos:
Sim, Garantia de 1 ano

Observações gerais do produto:
Desing moderno ergonômico e elegante.



Mouse adaptado

Pessoas com: deficiência física, deficiência multiplas

Modelo: Mouse +

Finalidade:
Mouse adaptado, para receber 1 (um) ou 2 (dois) acionadores especiais que funcionam como as teclas "CLICK" e a "direita", facilitando o uso do mouse e permitindo exercícios motores.

Categoria ISO 9999:2007:
22 36 06 Dispositivos tipo mouse

Empresa/Instituição:
Terra Eletrônica

Fabricante:
Terra Eletrônica

Distribuidor:
Terra Eletrônica

A empresa/instituição fornece assistência técnica para eventuais adaptações dos produtos:

* Garantia por 1 (um) ano 
* Assistência técnica permanente

Observações gerais do produto:

* Funciona em qualquer computador usando INTERFACE USB 2.0
* Entrada USB 2.0 que possibilita continuar usando o mouse convencional com o roller mouse

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Por que as crianças francesas não têm Déficit de Atenção?

Como é que a epidemia do Déficit de Atenção, que tornou-se firmemente estabelecida em vários países do mundo, foi quase completamente desconsiderada com relação a crianças na França?


Nos Estados Unidos, pelo menos 9% das crianças em idade escolar foram diagnosticadas com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), e estão sendo tratadas com medicamentos. Na França, a percentagem de crianças diagnosticadas e medicadas para o TDAH é inferior a 0,5%. 


Déficit de Atenção em crianças francesas é inferior a 0,5% TDAH é um transtorno biológico-neurológico?

Surpreendentemente, a resposta a esta pergunta depende do fato de você morar na França ou nos Estados Unidos. Nos Estados Unidos, os psiquiatras pediátricos consideram o TDAH como um distúrbio biológico, com causas biológicas. O tratamento de escolha também é biológico – medicamentos estimulantes psíquicos, tais como Ritalina e Adderall.
Os psiquiatras infantis franceses, por outro lado, vêem o TDAH como uma condição médica que tem causas psico-sociais e situacionais. Em vez de tratar os problemas de concentração e de comportamento com drogas, os médicos franceses preferem avaliar o problema subjacente que está causando o sofrimento da criança; não o cérebro da criança, mas o contexto social da criança. Eles, então, optam por tratar o problema do contexto social subjacente com psicoterapia ou aconselhamento familiar. Esta é uma maneira muito diferente de ver as coisas, comparada à tendência americana de atribuir todos os sintomas de uma disfunção biológica a um desequilíbrio químico no cérebro da criança.


Os psiquiatras infantis franceses não usam o mesmo sistema de classificação de problemas emocionais infantis utilizado pelos psiquiatras americanos. Eles não usam o Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders ou DSM. De acordo com o sociólogo Manuel Vallee, a Federação Francesa de Psiquiatria desenvolveu um sistema de classificação alternativa, como uma resistência à influência do DSM-3. Esta alternativa foi a CFTMEA (Classification Française des Troubles Mentaux de L’Enfant et de L’Adolescent), lançado pela primeira vez em 1983, e atualizado em 1988 e 2000. O foco do CFTMEA está em identificar e tratar as causas psicossociais subjacentes aos sintomas das crianças, e não em encontrar os melhores bandaids farmacológicos para mascarar os sintomas.

Na medida em que os médicos franceses são bem sucedidos em encontrar e reparar o que estava errado no contexto social da criança, menos crianças se enquadram no diagnóstico de TDAH. Além disso, a definição de TDAH não é tão ampla quanto no sistema americano, que na minha opinião, tende a “patologizar” muito do que seria um comportamento normal da infância. O DSM não considera causas subjacentes. Dessa forma, leva os médicos a diagnosticarem como TDAH um número muito maior de crianças sintomáticas, e também os incentiva a tratar as crianças com produtos farmacêuticos.
A abordagem psico-social holística francesa também permite considerar causas nutricionais para sintomas do TDAH, especificamente o fato de o comportamento de algumas crianças se agravar após a ingestão de alimentos com corantes, certos conservantes, e/ou alérgenos. Os médicos que trabalham com crianças com problemas, para não mencionar os pais de muitas crianças com TDAH, estão bem conscientes de que as intervenções dietéticas às vezes podem ajudar. Nos Estados Unidos, o foco estrito no tratamento farmacológico do TDAH, no entanto, incentiva os médicos a ignorarem a influência dos fatores dietéticos sobre o comportamento das crianças.
E depois, claro, há muitas diferentes filosofias de educação infantil nos Estados Unidos e na França. Estas filosofias divergentes poderiam explicar por que as crianças francesas são geralmente mais bem comportadas do que as americanas. Pamela Druckerman destaca os estilos parentais divergentes em seu recente livro, Bringing up Bébé. Acredito que suas idéias são relevantes para a discussão, por que o número de crianças francesas diagnosticadas com TDAH, em nada parecem com os números que estamos vendo nos Estados Unidos.
A partir do momento que seus filhos nascem, os pais franceses oferecem um firme cadre – que significa “matriz” ou “estrutura”. Não é permitido, por exemplo, que as crianças tomem um lanche quando quiserem. As refeições são em quatro momentos específicos do dia. Crianças francesas aprendem a esperar pacientemente pelas refeições, em vez de comer salgadinhos, sempre que lhes apetecer. Os bebês franceses também se adequam aos limites estabelecidos pelos pais. Pais franceses deixam seus bebês chorando se não dormirem durante a noite, com a idade de quatro meses.
Os pais franceses, destaca Druckerman, amam seus filhos tanto quanto os pais americanos. Eles os levam às aulas de piano, à prática esportiva, e os incentivam a tirar o máximo de seus talentos. Mas os pais franceses têm uma filosofia diferente de disciplina. Limites aplicados de forma coerente, na visão francesa, fazem as crianças se sentirem seguras e protegidas. Limites claros, eles acreditam, fazem a criança se sentir mais feliz e mais segura, algo que é congruente com a minha própria experiência, como terapeuta e como mãe. Finalmente, os pais franceses acreditam que ouvir a palavra “não” resgata as crianças da “tirania de seus próprios desejos”. E a palmada, quando usada criteriosamente, não é considerada abuso na França.
Como terapeuta que trabalha com as crianças, faz todo o sentido para mim que as crianças francesas não precisem de medicamentos para controlar o seu comportamento, porque aprendem o auto-controle no início de suas vidas. As crianças crescem em famílias em que as regras são bem compreendidas, e a hierarquia familiar é clara e firme. Em famílias francesas, como descreve Druckerman, os pais estão firmemente no comando de seus filhos, enquanto que no estilo de família americana, a situação é muitas vezes o inverso.

Marilyn Wedge, em Psichology Today Tradução: Equilibrando

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O papel do professor do AEE




     O Papel do Professor do AEE

     O papel do professor do AEE é de grande importância na escola e na SRM em que atua, sendo ele o articulador nas ações que desenvolve com o educando X professora da sala de aula regular e família.
     Desenvolvendo assim as atividades, utilizando recursos acessíveis e equipamentos disponíveis na SRM, que favoreçam o desenvolvimento cognitivo e aprendizagem do aluno, visando sua autonomia na escola e fora dela, tornando-se um cidadão, mesmo que diferente e com suas limitações capaz de alcançar seus objetivos no seu próprio tempo.

     Para que o atendimento do AEE apresente um bom desempenho é necessário que o trabalho esteja ligado com a professora do regular e assim junto trabalharem as dificuldades durante as atividades necessárias para o bom desempenho do educando. Será necessário realizar um estudo de caso sobre o aluno com o qual irá trabalhar podendo assim identificar as potencialidades bem como as dificuldades do educando em seu contexto escolar e familiar.
     Com base nos dados coletados a professora do AEE terá um perfil do aluno possibilitando elaborar uma metodologia de trabalho para a resolução do problema que identificou e assim buscar uma solução para o mesmo.
       Portanto o “estudo de caso” é fundamental para a elaboração do plano de intervenção do AEE, possibilitando assim o progresso do aluno no processo do ensino / aprendizagem.     
      O plano de AEE é fundamental, pois ele irá contribuir para o desenvolvimento acadêmico do aluno. A partir do que foi coletado no estudo de caso a professora irá elaborar atividades pedagógicas, tendo em vista as necessidades individuais do aluno, bem como estabelecer horários de atendimento individual e coletivo, orientações aos professores e família, garantindo assim o melhor desempenho do aluno, tanto na SRM como na sala de aula regular do Ensino Fundamental.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Vídeos sobre Tecnologia


Help Desk na Idade Média 2.0
No momento em que assisti o vídeo logo veio a minha mente “eu” na frente do computador insegura e com receio de não conseguir me inteirar com essa maravilha que é a tecnologia pois sempre que precisei tinha alguém para me socorrer e fazer por mim, agora estou percebendo o quanto me acomodei e necessito aprender.




Rafinha 2.0
Ao assistir o vídeo percebi que nossos jovens alunos estão todos antenados na tecnologia que os cerca sem medo do novo, não podemos questioná-los por não querer ficar em uma sala de aula nos escutando e fazendo uso do caderno e do quadro negro,precisamos mudar na área da educação para podermos acompanhá-los.


Educação Especial: As Dificuldades Encontradas no Ambiente Escolar.


            Algumas instituições de ensino não possuem estrutura e nem tão pouco profissionais preparados para viver esse novo modelo de educação brasileira.
         A educação especial dá atendimento a  portadores de necessidades especiais em ambientes específicos, já a educação inclusiva busca inserir os alunos portadores de necessidades especiais em escolas de núcleo comum, onde as ações pedagógicas, políticas, cultural e social devem unir-se para possibilitar a interação das crianças com necessidades especiais com as “ditas normais” facilitando assim o aprendizado e ao mesmo tempo respeitando as diferenças.
         Somente com a queda de paradigmas a educação inclusiva de fato ocorrerá.
         Sabe-se que estas crianças podem participar e contribuir para a sociedade, onde além de ser parte ativa, estarão sendo agentes do seu próprio desenvolvimento.
Resumo de parte do texto de  Sheila Mayzanyela da R. Braga
http://www.pedagogia.com.br/artigos/asdificuldadesdainclusao/

Rumo a uma nova conquista com um curso a distância.

Não é fácil disponibilizar tempo para realizar cursos. A família o trabalho, sempre vem em primeiro lugar e assim ficamos adiando para fazer aquele curso que tanto almejamos.
Os cursos da EAD vieram de encontro as minhas necessidades, pois, não é necessário estar diariamente em uma sala de aula.
Porém mesmo com essa possibilidade ainda precisamos nos adaptar ao novo, aprender a lidar com as tecnologias que nos são apresentadas e nos organizarmos não deixando as tarefas para serem realizadas de última hora, sem a verdadeira consciência de seu valor.
Sabemos que não é por ser um curso de EAD que ele pode ser feito de qualquer jeito. Os professores, orientadores e tutores tem que ter dom para o que estão fazendo, levando o educando a ficar cada vez mais motivado para seguir a diante no curso, pois como diz José Manuel Moran “Um bom curso, seja presencial ou a distância, depende em primeiro lugar, de termos educadores maduros intelectual e emocionalmente, pessoas curiosas, entusiasmadas, abertas, que saibam motivar e dialogar...”
É seguindo os passos de seu tutor que o aluno estará aberto para novas leituras, discussões, pesquisas mostrando assim seu interesse e participação, com isso estarão estimulando seus professores a doar-se cada vez mais.
Sendo assim, fica claro a importância do esforço do professor e também do aluno.Segundo José Manuel Moran “ Um bom curso depende também dos alunos. Alunos curiosos, motivados, facilitam enormemente o processo, estimulam as melhores qualidades do professor, tornam-se interlocutores lúdicos e parceiros de caminhada do professor- educador.”
Não podemos deixar de levar em conta que o ser humano tem muita necessidade da troca afetiva com o outro. Portanto é necessário não deixar de ter encontros presenciais para interagir com o grupo.
Nesse momento também podemos tirar nossas dúvidas para entrar em um fórum enviar atividades ou outra dificuldade que estejamos encontrando para interagir com o grupo quando estamos em casa ou no trabalho, em frente a um computador.